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Mandy
Iara Feia
"Pobre garota, morava com a solidão, era criada pelo orgulho e apanhava da saudade." - Jô Costa.
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12 hours ago · 2,684 notes · reblog
originally c-inismus · via seex

12 hours ago · 3,912 notes · reblog
originally c-inismus · via seex

“Eu nunca fui uma moça bem-comportada. Afinal, nunca tive vocação pra alegria tímida, pra paixão sem beijos quentes ou pro amor mal resolvido sem soluços. Eu quero da vida o que ela tem de cru e de bonito. Não estou aqui pra que gostem de mim. Estou aqui pra aprender a gostar de cada detalhe que tenho. E pra seduzir somente o que me acrescenta. Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que as vezes me cansa. Por isso, não me venha com meios-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa. Venha a mim com corpo, alma, voracidade e falta de ar.”
Clarice Lispector  (via poematizado)


15 hours ago · 445,200 notes · reblog
originally have--not · via seex


15 hours ago · 6,511 notes · reblog
originally justherguy · via seex

“Quando terminei de tomar banho, prestei um pouco de atenção em meu reflexo no espelho. Sem perceber, acabei sorrindo. E, meu Deus, eu amei aquele sorriso. Amei a curva que fazia em meu rosto, no espelho embaçado pelo vapor da água quente. Também adorei a forma como aquilo acendia em meu rosto, me deixando por alguns instantes, feliz. Quando comecei a secar meu corpo, meus dedos! Eu nunca havia prestado tanta atenção assim, eram levemente tortos, não eram muito parecidos uns com os outros, mas era lindos; o tamanho, as unhas ruidas, tudo. Seguindo pelo meu braço, tão brancos quanto o vapor, nada muito especial por lá, mas eram tão lindos. Segui para meu tórax. E outra vez, nada muito chamativo. Mas eu amei minhas clavículas que saltavam quando eu movia os ombros para frente. E mais pra baixo, o formato do meu umbigo. Eu nunca havia percebido, para era algo tão único, tão meu, impossível não amar. Desci pelas minhas pernas, não eram perfeitas. Na verdade, eram sim, eram minhas, eram lindas, eram perfeitas. Cheguei nos meus pés. Sempre achei que fossem grandes demais, mas não eram. Eu não parecia um pato com eles, eles eram lindos na verdade. Não chamavam atenção, eram simplesmente meus, simplesmente exatamente da forma que eu queria que fossem. Eu não mudaria nada ali, mesmo que eu pudesse. Eu não mudaria meu nariz, nem meus olhos, menos ainda meus cabelos. Eu não tinha problema com minhas orelhas mais, não buscava sempre tapa-las. E minha testa não era assim tão demasiadamente grande. Meu corpo era lindo. Se eu pudesse escolher cada detalhe, deixaria cada marquinha de sol exatamente onde estavam. Era eu ali. Era meu corpo, minha vida estava ali, diante do espelho. E sinceramente, nunca me senti tão sortudo por ser eu. Toda a nudez não ocultava nenhum dos defeitos, que aliás, quem disse que são defeitos? Se forem, são perfeitos pra mim. E conforme as gotas de água escorriam por mim, me sentia mais leve. A sujeira que eu carregava na alma, parecia descer lentamente por aquelas gotículas. E conforme eu me olhava, eu me amava mais. Amei tudo aquilo que sempre quis mudar em mim, e me abracei com força. Meu corpo não tinha mudado, mas eu sim. Eu me amei. A partir daquele momento, eu ainda era a mesma pessoa, com os meus defeitos, mas eu me amava. De verdade, sem precisar esconder meus detalhes de ninguém. Tanto tempo para finalmente perceber… como eu nunca notei isso? Eu sou perfeito exatamente da forma que sou. Eu sou meus defeitos, cicatrizes e falhas. Memórias, amores e lágrimas. Exageros, timidez e preguiça. Eu finalmente era eu.”
A culpa é mesmo das estrelas?  (via incorpora)

“Quando terminei de tomar banho, prestei um pouco de atenção em meu reflexo no espelho. Sem perceber, acabei sorrindo. E, meu Deus, eu amei aquele sorriso. Amei a curva que fazia em meu rosto, no espelho embaçado pelo vapor da água quente. Também adorei a forma como aquilo acendia em meu rosto, me deixando por alguns instantes, feliz. Quando comecei a secar meu corpo, meus dedos! Eu nunca havia prestado tanta atenção assim, eram levemente tortos, não eram muito parecidos uns com os outros, mas era lindos; o tamanho, as unhas ruidas, tudo. Seguindo pelo meu braço, tão brancos quanto o vapor, nada muito especial por lá, mas eram tão lindos. Segui para meu tórax. E outra vez, nada muito chamativo. Mas eu amei minhas clavículas que saltavam quando eu movia os ombros para frente. E mais pra baixo, o formato do meu umbigo. Eu nunca havia percebido, para era algo tão único, tão meu, impossível não amar. Desci pelas minhas pernas, não eram perfeitas. Na verdade, eram sim, eram minhas, eram lindas, eram perfeitas. Cheguei nos meus pés. Sempre achei que fossem grandes demais, mas não eram. Eu não parecia um pato com eles, eles eram lindos na verdade. Não chamavam atenção, eram simplesmente meus, simplesmente exatamente da forma que eu queria que fossem. Eu não mudaria nada ali, mesmo que eu pudesse. Eu não mudaria meu nariz, nem meus olhos, menos ainda meus cabelos. Eu não tinha problema com minhas orelhas mais, não buscava sempre tapa-las. E minha testa não era assim tão demasiadamente grande. Meu corpo era lindo. Se eu pudesse escolher cada detalhe, deixaria cada marquinha de sol exatamente onde estavam. Era eu ali. Era meu corpo, minha vida estava ali, diante do espelho. E sinceramente, nunca me senti tão sortudo por ser eu. Toda a nudez não ocultava nenhum dos defeitos, que aliás, quem disse que são defeitos? Se forem, são perfeitos pra mim. E conforme as gotas de água escorriam por mim, me sentia mais leve. A sujeira que eu carregava na alma, parecia descer lentamente por aquelas gotículas. E conforme eu me olhava, eu me amava mais. Amei tudo aquilo que sempre quis mudar em mim, e me abracei com força. Meu corpo não tinha mudado, mas eu sim. Eu me amei. A partir daquele momento, eu ainda era a mesma pessoa, com os meus defeitos, mas eu me amava. De verdade, sem precisar esconder meus detalhes de ninguém. Tanto tempo para finalmente perceber… como eu nunca notei isso? Eu sou perfeito exatamente da forma que sou. Eu sou meus defeitos, cicatrizes e falhas. Memórias, amores e lágrimas. Exageros, timidez e preguiça. Eu finalmente era eu.”
A culpa é mesmo das estrelas?  (via incorpora)


musicare:

Carta Aos Meus, Projota.


2 days ago · 7,439 notes · reblog
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“Só me fala que vai me aturar. Aturar todas as minhas crises de ciúmes, meus momentos - não tão raros - sem paciência, as minhas desconfianças e meus surtos de insegurança. Aturar meus dramas, minhas teimosias, minha arrogância, minhas piadas sem graça e o meu não-romantismo. Aturar todos os meus tipos de provocação, meu amor por outras pessoas, minhas mudanças inconstantes de humor e de temperamento. Aturar minha mente confusa, minha memória irritante, minha sinceridade exagerada. Aturar quando eu falar que te amo mais e também quando eu não falar que te amo. Aturar e segurar tudo não por mim, nem por você… Mas por nós.”
Tati Bernardi (via renovador)

2 days ago · 5,065 notes · reblog
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